Teori Zavascki estava em avião que caiu no litoral do Rio, dizem STF e família
Teori Zavascki estava em avião que
caiu no litoral do Rio, dizem STF e família
Atualizado em janeiro de 2017
Um avião de pequeno porte caiu no começo da tarde desta
quinta-feira (19) no litoral de Paraty, na região sul do Estado do Rio de
Janeiro.
O Supremo Tribunal
Federal (STF) informou que o nome do ministro Teori Zavascki estava na lista de passageiros de um avião que caiu
em Paraty, no Rio de Janeiro, informou a assessoria de imprensa do STF. Teori é
o relator da Operação Lava Jato no
Supremo.

Ainda segundo o STF, o presidente Michel Temer e a ministra Cármen Lúcia já foram informados do acidente.
O filho do ministro, o advogado Francisco Prehn Zavascki, também confirmou que o ministro estava na
aeronave. "O pai estava no avião e a família está aguardando por um
milagre", disse Francisco.
Segundo a assessoria de imprensa do STF, a presidente da Corte,
Carmén Lúcia, está retornando à sede
do tribunal. Ainda não há informações sobre se ela irá ao Rio de Janeiro
acompanhar os desdobramentos do acidente.
Segundo a assessoria de imprensa da Força Aérea Brasileira (FAB),
o avião de modelo Beechcraft C90GT, prefixo PR-SOM, saiu do aeroporto Campo de
Marte, em São Paulo, às 13h (horário de Brasília). De acordo com funcionários
do aeroporto de Paraty, a aeronave caiu no mar por volta das 13h30, momento em
que chovia na região.
Nem a FAB nem os bombeiros informaram sobre quantas pessoas
estavam a bordo e sobre o estado de saúde das mesmas.
Segundo informações disponíveis no site da Agência Nacional
de Aviação Civil (Anac), o Beechcraft C90GT tem capacidade para sete
passageiros, além do piloto. É um avião bimotor turboélice fabricado pela Hawker Beechcraft. A aeronave PR-SOM
está registrada em nome da Emiliano
Empreendimentos e Participações Hoteleiras Limitada.
Lava Jato
Teori é o relator da Lava Jato no Supremo.
Investigadores da Lava Jato trabalham com a
previsão de que todo o conteúdo das 77 delações da empreiteira Odebrecht, considerada a maior delação
do esquema, seja tornado público na primeira quinzena de fevereiro. A
expectativa de investigadores era de que o ministro Teori Zavascki, a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, retire o sigilo dos
cerca de 900 depoimentos tão logo as delações sejam homologadas. Isso estava
previsto para ocorrer após o fim do recesso do Judiciário, nos primeiros dias
de fevereiro.
Breaking: O que se sabe sobre a queda do avião em que estava Teori Zavascki
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